Archive for the ‘InnerCity’ Category

Inner City – Luis Mota de Castro

16/11/2009

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Pensar a cidade como um mercado é o que nos propõe Luis Mota de Castro nesta sessão do evento Inner City realizada no passado dia 18-abril-2009.

De notar que um mercado é mais do que um lugar onde se efectuam transacções, na verdade é o culminar de todas as actividades que se produzem a montante, e por isso ao pensar a cidade é necessário perceber que populações é vivem no centro da cidade, que actividades é que se realizam no centro da cidade e que populações é que têm incentivo para viver e/ou trabalhar na cidade.

Os mercados são assim pontos de encontro de actividades económicas mas com significado social que permitem a essas actividades reproduzirem-se, replicarem-se, perpetuarem-se.

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Duração total – 30:03
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Inner City – O Porto não é um polo de liberdade?

03/07/2009

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no debate que se seguiu às intervenções de Carlos Lage, Mário Rui Silva e António Carlos Monteiro no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, os intervenientes respondem à provocação ” O Porto não é um polo de liberdade?” sugerindo que talvez tenha havido algum declinio da cidade provocado pela transferencia de centros de decisão, declinio da população e das actividades económicas, apontando por outro lado, que o porto pode estar melhor preparado que outras regiões do país na medida em que é talvez a regiao do pais menos dependente de empregos da função pública ou a subsidios que desincentivam o projecto empreendedor.

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Duração total – 28:51

provocação:” O Porto não é um polo de liberdade?”

  • carlos lage:
  • comparação sec. xix e revolução liberal. espirito portuense desvaneceu-se? não. mais resignada? sim.
  • mas há no porto factores de mudança e modernidade
  • declinio provocado transferencia de centros de decisão, declinio da população, das actividades económicas? talvez mas também se conquistou muito no dominio da ciencia, cultura, …
  • porto precisa de uma certa insurreição, mas começa por si próprio. tem que acreditar em si.
  • muito da natureza do porto passará por uma componente politica.
  • regionalização é muito importante.
  • espaços verdadeiramente interventivos e inovadores são espaços abertos.
  • não acredito que em espaços fechados surjam sociedades criativas e livres
  • relação sociedades rurais: há valores que irão voltar.
  • mario rui silva:
  • já não há liberais como havia qd peso do estado na economia no estado era de 3%
  • aprendemos com os erros do liberalismo exacerbado
  • economia portuguesa tem algum excesso de estado e de mecanismos que drenam os recursos para actividaes de bens não transacionáveis
  • empresas na bolsa: utilities (não estão na concorrência internacional); bancos (excepção de alguns segmentos estão em sectores abrigados à concorrência internacional)
  • essas actividades que são importantes mas que não estão na frente da competitividade porque estão em sectores abrigados ou de suporte não estão concentradas no porto.
  • se a isso chamarmos uma economia “iliberal”, o centro da economia “iliberal” não está no porto.
  • necessário criar mecanismo que orientem recursos para esses sectores transaccionaveis
  • um dos nossos problemas a nivel de inovação é não estarmos suficientemente orientados para o mercado
  • faz-se muita inovação e depois não se pensa em fazer disso um negócio
  • falta empreendedorismo
  • todos os casos de sucesso em inovação mostram que é preciso um impulso público para que um sistema local / regional de inovação tenha sucesso
  • vantagens comparativas (david ricardo) vs vantagens competitivas (michael porter) => construção de vantagens competitivas / vantagem competitiva construido
  • porto pode estar melhor preparado que outras regiões do país, é talvez a regiao do pais menos rent-seeking, menos dependentes de rendas de situação associadas a rendimentos permanentes de empregos da função pública ou associados a subsidios permanente que desincentivam o projecto empreendedor
  • porto pode vir a ter um papel liderante ou pelo menos tão liderante quanto o triângulo ist – tagus park – ministerio da economia que tem uma capacidade de acesso a recuros publicos muito grande que também tem capacidades técnicas importantes.
  • antónio carlos monteiro:
  • se o porto está á espera do impulso publico para a inovação para resolver o seu problema de competitividade as coisas não vão correr bem e se o porto está à espera que a solução venha de lisboa (e a reginalizção também vem de lisoa) isso também não será solução
  • se a inovação não vier da sociedade civil não haverá competitividade e criatividade
  • importância do contexto
  • esta crise mostra que não é possível criar riqueza sem esforço e sem mérito

Inner City – António Carlos Monteiro

03/07/2009

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Nesta apresentação enquadrada no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, António Carlos Monteiro, deputado à assembleia da republica e membro da comissão de ordenamento do território refere que o mais importante para criar cidades e regiões inovadores é evitar ter instituições a assumir uma postura dirigista e investir na criação de um contexto propicio a essa inovação. sendo o ambiente, ordenamento e mobilidade peças importantes na criação desse contexto.

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Duração total – 30:29

Algumas Notas:

  • cidades / inovação / ordenamento do território
  • inovação normalmente contraponto convervacionismo
  • max weber – pq é que os catolicos na alemanha eram pobres e os protestantes eram em regra ricos. lógica cultural ligada à religião, catolicos – lucro pecado; protestantes – quem estava a ter sucesso estava a ser premiado por deus
  • distinção do porto do resto do país durante séculos, liberdade e capacidade de inovar
  • mas neste momento não é a marca distintiva (liberdade e meritocracia)
  • substituição de lógica religiosa para lógica política na análise da riqueza
  • principal inibidor da produção de riqueza e inovação
  • apelo aos poderes publicos para resolverem falhas da sociedade civil => não se está a encontrar verdadeira solução
  • antagonismo economia / ambiente – erro e equivoco
  • qd procuramos equilibrar o que são os interesses economicos com as preocupações ambientais é através de um ordenamento correcto do território
  • não é possivel por decreto criar invoação / produção de riqueza
  • tb não se pode impedir que ela exista
  • fundamental criar ambiente favorável a isso
  • há enormes divergências entre diferentes instrumentos
  • temos planos optimos no papel que executados nao resultam
  • temos excelentes propostas da sociedade civil que qd conseguem ser aprovadas já vão fora de tempo
  • não é possivel resolver isto com PIN => tratar excepcionalmente alguns projectos – não promove liberdade e democracia
  • fundamental ligação universidades às empresas
  • temos que ser fiscalmente competitivos
  • temos que ter tribunais que funcionem
  • ninguém faz investimentos sem forma de exercício do poder do estado que é fazer-se justiça
  • não temos hierarquização clara entre planos (planos nacionais, regionais, sectoriais, …)
  • não se percebe como tudo isto se relaciona
  • “se pdm for ratificado pelo governo significa revogação do plano regional elaborado pela ccdr)
  • estado do país actual. estamos a meio do caminho. 1ª geração dos pdms
  • maior parte dos pdms nacionais já deveria ter sido revisto
  • como conciliar principios e valores dos pdms
  • exemplo: direito à propriedade privada e uso que pode ser dado a um imóvel
  • quase todos os pdms de 1ª geração e mesmo os de 2ª geração que estão a ser desenvolvido continua-se a avançar na lógica da construção nova esquecendo-se que o centro das nossas cidades está a ruir
  • questão do congelamento das rendas. continuamos sem solução para este problema
  • das 20.000 rendas que se previa ter sido actualizadas em 2007 ainda só temos 1720
  • mobilidade -> há muito a pensar e fazer ainda
  • há conceitos preparados por técnicos excelentes mas que não se conseguem traduzir para a realidade porque não é possivel do ponto de vista juridico
  • inovação e ligação às cidades => criação de contexto
  • necessário discutir livremente o que não está a correr bem
  • necessário criar contexto mais do que postura dirigista

Inner City – Mário Rui Silva

02/07/2009

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Nesta apresentação enquadrada no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, Mário Rui Silva, docente da Faculdade de Economia do Porto e da escola de gestão do porto aborda a região numa perspectiva económica, focando os paradoxos entre os empregos low-tech e a muito forte capacidade de produção de conhecimento, que se tem desenvolvido nos ultimos anos em universidades, institutos e algumas empresas, concluindo que a regiao tem um futuro promissor mas permanecem problemas estruturais de resolução complexa.

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Duração total: 36:19

Algumas notas:

  • pq é q algumas pessoas desenvolvem competencias para ser emprendedores / empresários => david mclind? – pessoas que desde a primeira infancia são confrontados com problemas, resolvem esses problemas e recebem algum grau de de reconhecimento dessa resolução
  • paradoxo? ganhar experiencia vs conhecimento escolar(stico) – percursos de aprendizagem escolar muito grande
  • se queremos ter capacidade para renovar novas elites (empreendedoras) temos que introduzir no nosso sistema educativo plataformas / momentos em que as pessoas possam desenvolver esses tipos de competencias (universidades… esc. secundárias… ensino basico)
  • não há nenhum grande empresário mundial que tenha começado pela lucratividade => gozo de fazer alguma coisa e ter reconhecimento social incentivo mais importante
  • meios inovadores
  • teorias / modas => não há nenhuma que se imponha de forma absoluta
  • proximidade favorece dimensão cognitiva e portanto inovação
  • proximidade favorece a transmissão de conhecimento entre individuos, empresas (conjunto de individuos)
  • parte do conhecimento tem uma natureza tácita não tem representaçao formal / codificado
  • interacção entre pessoas necessita cumplicidade, mesmo contexto
  • não obrigatoriamente só proximidade geografica mas tb valores, cultural
  • noramlemtne proximidade contextual é proximidade geografica
  • sistemas locais / regionais de inovação => não basta interacções ancoradas na historia local, necessário tb voluntarismo publico
  • sistema => conjunto de elementos mas não é apenas uma soma de elementos. interagem entre si e têm uma determinada fronteira
  • o que é critico para um sistema de inovação é a densidade de interacções que se estabelecem entre as partes
  • porto / cidade? o que é o porto.
  • quando olho para inovação no porto olho para o que se passa em braga, no douro, …
  • porto cidade / região e não porto intramuros e também não região norte
  • regiao norte situação paradoxal a nivel de inovação
  • distingue-se por ser a regiao industrial europeia, maior percentagem de peso de actividades low-tech
  • temos as maiores bacias de emprego low-tech da europa. muito mais do que a cantabria, galiza, andaluzia
  • mas ao mesmo tempo temos activos associados á produção do conhecimento muito fortes que resultaram de esforço voluntarista, dirigido pelo estado, nos ultimos 25 anos
  • portugal aparece no ultimos relatorio inovaçao como pais que teve dos maiores crescimentos de investimento em recursos avançados
  • exemplo da saúde – produção de conhecimento no norte maior que a soma de todas as outras regioes do país
  • qimonda modelo que não nos interessa, 1 cliente, 1 fornecedor
  • nokia siemens / fundação fraunhoffer (http://www.fraunhofer.pt/)
  • jovens doutores poucos acomodados
  • juventude, organizações locais muito ancoradas nas universidades
  • atractividade da cidade em relação a outros concorrrentes mundiais (regiao norte, india, …)
  • porto cidade vitima da forma como o nosso poder autarquico está organizado
  • porto cidade não devia ter complexos e devia afirmar-se como o nó de ligação para o mundo da região
  • porto é uma marca forte mundial
  • porto papel importante nas actividades que se dão bem nas cidades como industrias criativas
  • do ponto de vista dos grandes activos tecnologicos e conhecimento técnico é o porto / região que interessa
  • eixo tecnologico – braga / porto / aveiro
  • eixto ambiental/cultural – douro – porto/ soria
  • continua o problema do low-tech menos dotado em activos da economia do conhecimento
  • regiao: futuro promissor, permanecem problemas estruturais complicados de resolver.

Inner City – Carlos Lage

02/07/2009

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Nesta apresentação enquadrada no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, Carlos Lage, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte fala da cidade enquanto espaço de usos diversos, de encontro, de confronto, de conflitos e por isso de inovação e refere a necessidade de reinventar as cidades na medida em que a situação actual representa em parte o falhanço das politicas existentes.

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Duração total: 17:35

Algumas notas:

  • ligação filosofia politica e cidade
  • atenas vs esparta => atenas cidade comercial, aberta; esparta cidade guerreira, fechada
  • o que são meios criativos?
  • ser clássico, tradicional ou conservador está fora de moda
  • a cidade enquanto espaço de usos diversos, de encontro de confronto de conflito e por isso de inovação
  • porto => gene da vocação industrial exportadora, gene da criatividade artistisca e pioneirismo intelectual e cultural
  • ricard floriday capacidade para atrair capital ou talentos humanos importante para regiao
  • industrias criativas e espaço relação simbiotica
  • crise tornou inevitavel a aposta em factores social, economica e cultural (capacidade de criar e inovar)
  • necessidade de diversificação de actividades economicas
  • up / uminho
  • força humana criativa e cientifica
  • reinventar cidades => situação actual deve representar falhanço das politicas existentes

Inner City – Álvaro Barbosa

01/07/2009

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Nesta apresentação enquadrada no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, Álvaro Barbosa, docente do curso de som e imagem da Escola das Artes da Universidade Católica fala sobre indústrias criativas e relembra que não são as cidades que são criativas mas sim as pessoas que nela habitam.

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Duração total – 24:13

Algumas notas:

  • artes que procuram industria e mercado
  • diferenças escola das artes e escola belas artes => a última procura a arte vs partem da arte para o mercado
  • não é um mercado estruturado – não há carreiras como outras profissões
  • industrias criativas – não há originalidade no surgir destas coisas
  • industrias criativas => definição: são aquelas que são baseadas naquilo que é essencialmente propriedade intelectual.
  • as cidades não são criativas, as pessoas é que são
  • problema das industrias criativas – mercado nao esta preparado para coisas intangiveis daí alguma necessidade de apoios
  • como vender o talento de uma pessoa?
  • coisas criativas? ou criatividade?
  • apoiar a produção de um disco vs apoiar a editora para vender cds
  • industrias criativas ou culturais
  • escola das artes => mais de metade dos alunos qd acabam pretende criar negócios próprios (incubadora: aquário de som e imagem http://www.artes.ucp.pt/si/aquario/index.html)
  • projecto universidade austin, texas (coaching) digital media
  • será que a cidade do porto tem tanta falta de iniciativas que precise de uma comissão de universitários americanos? julgo que não.
  • não há razão nenhuma para que nós nao possamos tirar partido do que já está instalado na cidade
  • plataforma publica de apresentação de trabalhos => multimédia

Inner City – Isabel Alves Costa

01/07/2009

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Nesta apresentação enquadrada no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, Isabel Alves Costa, directora artística do Teatro Rivoli até 2006 responde à pergunta “o porto continua a ser considerado uma cidade de vanguarda?” e sugere que as elites portuenses burguesas e conservadoras apoiam o investimento nas 3 grandes instituições da cidade (Serralves, Casa da Música, TNSJ) secando o investimento em instituições mais pequenas.

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duração total – 12:21

Algumas notas:

  • “o porto continua a ser considerado uma cidade de vanguarda?”
  • por quem?
  • o que é vanguarda?
  • será que durante a porto 2001 o porto foi uma cidade cosmopolita? e se foi pq deixou de o ser?
  • sobrinho simões: atraso estrutural genético
  • saida das universidades do centro para as franjas responsavel pela desabitação do nucleo historico identitário
  • fenómeno expectavel
  • elites portuenses burguesas e conservadoras apoiam investimento nas 3 grandes instituições (serralves, casa da musica, tnsj) secando investimento em instituições mais pequenas
  • estas instituições estão cada vez mais intocáveis.
  • rivoli no seu tempo cumpriu bem a sua missão.
  • espaço de dança e de circo
  • hoje não existe rede de teatros no porto, passa por guimaraes, braga, …
  • porto não é considerado região autónoma como lisboa e vale do minho e mantem-se associado a “regiao norte” no que diz respeito a apoios às artes
  • tecido criativo da cidade que era frágil ficou ainda mais fragilizado e está refém das boas intenções do tnsj nas areas do teatro, da dança, do circo e até das marionetas
  • há hoje no porto um movimento de jovens artistas … que desenvolve sem apoios de estado central
  • projectos um artista um euro, se esta rua fosse minha, …
  • criação de plataforma informal, espaço de partilha e reflexão poderia ser mais interessante que eventos como 30 por noite no tnsj (www.tnsj.pt/home/imprensa/comunicados/comunicado.php?intID=13&intSubID=&ID=23 – )
  • crise oportunidade para artistas locais, curadores locais, publico local desde que os bons criticos comecem a falar e divulgar projectos locais
  • que estranha cidade é a nossa que não questiona mudanças na cinemateca

Inner City – a crise económica

30/06/2009

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No debate que se seguiu às intervenções de Isabel Santos, Alberto Castro e Álvaro Domingues no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, os intervenientes abordam a questão da actual crise económica e como ela pode ser transformada numa oportunidade. Alberto Castro apresenta aquilo a que chama Pequenos Projectos Possíveis e o papel que eles podem desempenhar

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Duração total – 30:27

Algumas notas:

  • como viver sem a regionalização
  • temos que tratar de vida
  • necessário encontrar dimensões comuns
  • Poucos / Pequenos Projetos Possiveis => cidade erasmus, cidade ecoeficiente…
  • não temos sido capazes de criar fóruns cívicos
  • reabilitação urbana, parques escolares
  • investimentos de próximidade: velhice, centros de dia, prestação de serviços de saúde
  • há muitos problemas que temos onde as cidades são um espaço em que eles se manifestam por excelência em que a questão do desemprego pode ser de algum modo combatida, não definitivamente, mas criando ocupações em part-time, que permitam que as pessoas tenham outros espaço inclusivamente para procurar o emprego que as satisfaça, mas muitos destes empregos são forma de dignificação, aumentar a auto-estima… isto não custa um tostão.
  • poder centralizado não consegue olhar para questões concretas
  • quando se é um cidadão normal a gente percebe que há uma série de problemas que pode ser resolvida por eles [cidadãos]
  • faz sentido pensar num novo rumo para o porto quando não se sabe o que é porto?
  • ter uma área metropolitana é ter mais do que o somatório de partes
  • sofremos todos no sindrome do condominio: participamos pouco mas ficamos chateados quando a lampada da nossa porte se funde
  • a nossa dimensão civica é demasiado embrionária
  • fundo civico de investimento

Inner City – Isabel Santos

30/06/2009

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Nesta apresentação enquadrada no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, Isabel Santos, licenciada em relações internacionais, deputada à assembleia da republica sugere que é necessário promover a coesão territorial e a coesão social, e que algumas dificuldades do país e da região norte advêm da actual organização administrativa .

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Duração total – 12:13

Algumas notas:

  • qual o papel do estado
  • promover a coesão territorial e a coesão social
  • investimento do estado
  • perda de potencial competitivo
  • temos grandes infraestruturas mas o que fazemos com isso
  • que lógica de intervenção temos para essas infraestruturas
  • dificuldades que advêem com a organização administrativa actual
  • reforma necessária à região norte: regionalização
  • amp que não funciona
  • não há nenhuma infraestrutura supramunicipal que confira lógica a alguns investimentos
  • relação com galiza necessitava de liderança legitimada
  • cidadania: passo importante para a mobilização dos cidadãos

Inner City – Alberto Castro

29/06/2009

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“adverCidade”, “neceCidade”,  “autentiCidade”, “diverCidade” e responsabilidade são algumas palavras que Alberto Castro, economista, docente da Universidade Católica Portuguesa usou para descrever a realidade portuense na sua apresentação enquadrada no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009.

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Duração total – 24:32

Algumas notas:

  • cidade
  • “adverCidade” – desemprego, pobreza, poluição
  • “neceCidade”
  • cidades ecoeficientes / porto como cidade preparada para o carro eléctrico
  • “autentiCidade” e “diverCidade”
  • porto – cidade erasmus
  • somos muito iguais – isso é terrivel
  • necessário outras capacidades para ver o mundo
  • mais interessante ligar ao interior da região norte do que à galiza
  • perdem-se congressos porque não há voos directos para os eua
  • concorrência para lisboa e para todas as capitais
  • infraestruturas de congressos não servem para nada sem voos directos
  • aeroporto sa carneiro causa do norte e de parte do centro
  • problema não é de investimento mas sim de gestão, gerir aquilo [o aeroporto] em função das necessidades da região
  • o problema do terreiro do paço é de lisboa, temos que tratar da nossa vida
  • necessidade de lógica mais extrovertida que passa pela cumplicidade com actores publicos e privados / cidadãos
  • criar discurso mas também solidariedade
  • recurso critico de uma cidade competitiva => cidadania.
  • temos capacidade de queixa mas não temos capacidade de fazer
  • vossa responsabilidade construir a nossa felicidade