Archive for the ‘O Porto em Conversa’ Category

Conversa com Joaquim Jorge – podcast

04/12/2009

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A edição de Dezembro do Porto em Conversa foi com Joaquim Jorge, o mentor do Clube dos Pensadores.

Numa conversa animada falamos da motivação para a realização das diferentes actividades de que o Clube dos Pensadores é composto, nomeadamente os debates, o programa de rádio na RCM, o blog e o livro.

Duração total: 31:49

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Eu Participo

10/11/2009

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2009 poderá ter sido o ano da mudança de paradigma na relação cidadãos / políticos.

A existência de 3 eleições levou a um aumento da cobertura mediática de diferentes questões políticas e de cidadania, e para além disso cada vez mais os cidadãos têm acesso a meios de divulgação de informação/opinião não intermediada através de toda a rede social.

Um dos projectos que surgiu durante este ano com o objectivo de servir de plataforma para a participação civica foi o euparticipo.
Criado pela Oceanlab de Lisboa apareceu a partir da necessidade de criar algo assumidamente não controlado por políticos.

Nesta edição do podcast O Porto em Conversa, falei com Paulo Ribeiro, da Oceanlab, sobre este projecto.
Falamos sobre quais as suas motivações, como vêem o euparticipo na relação com outras comunidades virtuais já existentes e quais os passos futuros para este projecto nomeadamente a possibilidade de levar as ideias a quem as possa implementar.

Duração: 38:40

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Conversa com candidatos do MEP

20/09/2009

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Como tinha referido, o podcast de Setembro foi com o candidato à Assembleia Municipal do Porto do MEP, Sebastião Sousa Pinto e o cabeça de lista à Assembleia de Republica pelo distrito do Porto, Joaquim Pedro Cardoso da Costa.

Para além das questões que o aparecimento de qualquer novo partido sugere como quais as suas motivações e o que o diferencia dos partidos actuais, discutimos também um pouco o programa nacional do MEP e como ele se enquadra na realidade do Porto.

Concluímos esta entrevista com um conjunto de perguntas temáticas sobre a cidade do Porto, como a questão das concessões a privados de equipamentos públicos.

Duração total: 49:07

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Conversa com Pedro Principe – podcast

11/08/2009

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O podcast de Agosto foi com Pedro Principe do blog Rato de Biblioteca e falamos sobre as bibliotecas na época da tecnologia e web2.0. Mesmo a propósito com o tema gravamos no Clube Literário do Porto.

A determinada altura a propósito da necessidade de comunicação que estas instituições têm Pedro Principe referiu “todas elas [bibliotecas] quando fazem o seu site colocam no seu site uma opção de menu que é apresentação-missão, (…), mas é preciso é contar a vida dessas bibliotecas, como é que essa missão se está a realizar” e realmente parece-me que cada vez mais é necessário comunicar o processo em vez de / para além de comunicar os fins a atingir

Foi de facto uma conversa que andou à volta do mundo das bibliotecas mas com observações a propósito do tema das tecnologias que me parecem aplicáveis a muitas outras organizações públicas (e privadas).

Duração total – 1:10:00

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(more…)

Conversa com José Freitas – podcast

07/07/2009

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Nesta edição do Porto em Conversa falei com José Freitas, jornalista no Jornal Primeira Mão e Rádio Lidador.

O tema foi a comunicação social e os desafios e alguns constrangimentos com que tem que lidar no mundo actual da informação instantânea e permanente da Internet.

Também falamos do papel do “jornalismo do cidadão” e qual o papel que pode ter no actual mundo das notícias.

Duração total – 38:41

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Algumas notas:

  • o que diferencia os jornalistas dos bloggers, obrigação do principio do contraditório, confirmação das fontes.
  • bloggers podem ser parceiros e complementos aos jornalistas
  • os cidadãos dão o quê e os jornalistas dão o porquê => mas há também a componente de profissão, fazer porque é a sua profissão. jornalista por ordem profissinoal tem que ir
  • 04:00 – “…cada um [blogger/jornalista] terá as suas funções, a pessoa que em casa quer ser um pouco uma espécie de jornalista mas que “hoje até nem me apatece estar agora a escrever sobre determinada coisa, ou ir aquele sitio para poder escrever sobre isso” não vai, não tem essa obrigação. o jornalista por questões de ordem profissional tem que ir, se o “chefe” lhe indica, é preciso ir ali, terá que ir e terá depois que contar a história…nem todas as historias, nem tudo aquilo que é informação poderá ser interessante para o jornalista-cidadão ou para aquelas pessoas que agora surgem a relatar coisas que… de facto só relatam porque têm interesse nelas, se não tiverem interesse nelas não vão relatar.”
  • 05:00 – confiança (também no jornalismo) é algo que se constroi
  • 08:40 – qualidade do jornalismo – como sobreviver ao excesso de informação
  • 09:20 – “durante muitos anos tivemos em Portugal aquilo que se convencionou chamar o Portugal Sentado que era as questões do governo, as conferências, debates, seminários, mas não havia povo, não havia rua, não havia vida nessas noticias…”
  • “excesso de informação quer dizer que é boa informação?”
  • 11:50 – necessidades do jornalismo actual: “análise, informação, concreta, correcta, bem trabalhada, bem desenvolvida, bem escrita, e depois amplamente ilustrada com uns infograficos, com fotografias bonitas ou que enquadrem bem a informação, que dêem informação extra, se calhar uma ou outra ilustração, (…) o problema é que isso custa dinheiro”
  • 13:00 – “é complicado estar a enviar alguém para a rua para fazer uma história que só pode passar daqui a uns três ou quatro dias porque há que contactar com x, y, z e isso não pode ser porque é tempo perdido e temos que seguir em frente porque há outras histórias, outras notícias…”
  • 14:00 – mas há mesmo notícias para transmitir?
  • 15:15 – jornalistas ainda servem como ferramenta para os cidadãos fazerem pressão sobre outros
  • 17:00 – a noticia é importante ou relevante tendo em conta aquilo que nós pensamos
  • 19:00 – os jornalistas têm que ser especialistas em todos os assuntos e nas ferramentas (audio, video, fotografia, grafismo, …), empresarialmente dá jeito…
  • 21:00 – quais as especificidades de cada meio – jornal, audio, video, web
  • 22:00 – “…aquela notícia já está feita só tem é que ser transportada para outro plano… se vamos estar a refazê-la, estamos a fazer a mesma noticia duas vezes…”
  • 26:00 – o jornalismo regional – “não é por falta de noticias que não se tem noticias”. “há demasiadas coisas, não se consegue é estar em todo o lado”
  • 27:50 – jornalismo como gestor de comunidades? => paralelo com correspondentes.
  • 32:00 – não há noticias do país… por concentração dos meios, quer jornalistas, quer pessoas… falta de massa humana nos locais

Conversa com Pedro Morgado – podcast

01/06/2009

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Na edição 6 do podcast O Porto em Conversa falei com Pedro Morgado do blog Avenida Central.

Começamos por falar de algumas grandes ideias associadas a Braga como a sua relação com a Igreja e as possíveis explicações para o longo “reinado” de Mesquita Machado.

Seguimos depois para alguns problemas e questões que se debatem na cidade nomeadamente a reabilitação urbana, desertificação do seu centro, questões de mobilidade entre outros e como Guimarães pode ser um exemplo nomeadamente na questão da recuperação do seu centro histórico.

E naturalmente falamos das relações entre as diferentes cidades do Minho, nomeadamente através do “Quadrilátero Urbano” (Braga, Guimarães, Famalicão, Barcelos), do Turismo como grande indutor de desenvolvimento e como o “portocentrismo” ainda se faz sentir em algumas decisões.

Aqui ficam algumas notas:

  • 00:50 – sobre o blog avenida central
  • 04:10 – a influencia da igreja em braga. “na cidade de braga a orientação de voto da igreja para o referendo ao aborto não foi seguida” (…) “há uma marca permanente da igreja na vivência cidade mas tenho algumas duvidas que essa marca consiga mobilizar tantas pessoas como no passado”
  • 06:20 – sobre a multiplicação de mandatos de mesquita machado. “também me causa alguma perplexidade. como é que é possivel uma cidade com tanta gente boa e com tanta gente competente não ter encontrado novas soluções que permitam a necessária renovação.”.
  • 08:00 – “nos últimos actos eleitorais a renovação tem sido sempre vitoriosa na cidade e perde nas freguesias limitrofes.”
  • 09:00 – relação urbano / rural
  • 10:00 – o que se discute em braga? “falta de planeamento urbanistico”. “braga tem défice de espaços verdes” (…) “e isso traduz-se na diminiução da qualidade de vida”.
  • 11:00 – os transportes – “braga é uma cidade pensada para o uso do transporte individual privado”. “não tem uma rede aceitavel de transportes urbanos”
  • 14:00 – reabilitação urbana. “o exemplo de guimarães devia ter sido seguido na nossa cidade [braga]”
  • 14:45 – “não há pessoas no centro de braga”
  • 18:20 – sobre a comboiosXXI e a ligação braga-porto em comboio.
  • 21:00 – sobre a ligação metro trofa-porto
  • 22:20 – porque não criar uma rede de caminhos de ferros entre barcelos braga guimarães
  • 23:20 – “os comboios urbanos do norte são exclusivamente para transportar pessoas de e para o porto. à parte disto não há transporte urbano ferroviario no norte.”
  • 24:30 – sobre a crise
  • 26:00 – “a região não foi capaz de absorver toda esta massa crítica que saiu das universidades”
  • 26:30 – sobre as portagens, as scuts e as subvenções aos transportes públicos no porto e lisboa
  • 29:00 – falta relevância politica [ao minho], o minho não é tido em conta nas decisões.
  • 29:40 – “imagem messiânica do actual presidente da câmara [do porto]”
  • 31:00 – relação entre as diferentes cidades
  • 33:30 – “[braga] é uma cidade menos habituada a falar sobre os assuntos e a refletir sobre os assuntos e a ter opinião sobre os assuntos, (…) há um défice de discussão e de planeamento e de reflexão na cidade de braga”
  • 35:00 – exemplo de guimarães sobre a reabilitação da praça do toural
  • 36:25 – sobre o quadrilátero urbano
  • 37:35 – “não há nenhum motivo para a programação cultural destas quatro cidades [braga, guimarães, barcelos, famalicão] que é de excelência, ser feita numa lógica concorrencial, ele deve ser feita numa lógica integrada”
  • 38:30 – sobre guimarães capital europeia da cultura
  • 40:00 – turismo. “guimarães apostou muito e bem”
  • 42:00 – a relação viana – braga
  • 44:30 – sobre a regionalização
  • 45:40 – “a AMP tem muito menos a ver com o norte que todo o resto do norte”
  • 46:30 – portocentrismo
  • 49:30 – turismo no norte
  • 50:50 – “a proposta que anda sempre no ar de fazer do minho uma espécie de turismo fast-food que as pessoas consomem rapidamente e a custo baixo enquanto estão no porto a fazer os seus investimentos não serve. é uma proposta que não serve ao minho.”
  • 51:40 – “o minho precisa de produzir alguma coisa para vender (…), o minho tem cérebros e tem turismo”

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Conversa com Pedro Morgado – Guião

30/05/2009

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1. sobre o blog,

2. apesar de estar a trabalhar em braga à quase um ano ainda tenho uma visão pouco precisa do que é a cidade. Uma ideia que está normalmente associada a braga é a sua relação com a igreja, qual é na verdade a Importancia da igreja na vida da cidade? ainda tem alguma importância?
-> follow-up como se sente essa importancia?

3. e Como é que uma cidade vive 35 anos com o mesmo presidente da câmara?”

4. Quais os temas que se debatem na cidade? e no resto do concelho?

5. um dos temas importantes no porto é a reabilitação urbana, é inquestionavel que o porto tem muitos prédios abandonados e/ou em ruinas, também há essa experiencia em braga?
– e como a estão a resolver?

6. outra questão que imagino também possa ser relevante é a ligação da região com a emigração, em que muito da juventude da região que não encontrou oferta de emprego e teve que emigrar está eventualmente a voltar devido à crise internacional.

7. como vez a questão da educação? de relembrar que braga vai ter o laboratorio iberico(?) de nanotecnologia, mas ao mesmo tempo a regiao norte é a regiao com maior abandono escolar. sei que isto não é um problema especifico de braga mas como vez esta dualidade?

8. Qual a importância do projecto Quadrilátero Urbano

9. achas que é um modelo que poderia ser de alguma forma adaptado por eexmplo a porto (ou gamp), braga, aveiro? ou indo mais para norte viana, braga, porto, aveiro?

Valente de Oliveira “# necessitamos de nós de rede suficientemente fortes que impeçam o afundamento pelo centro demasiado pesado”

10. portugal não é um país regionalizado, na medida em que não tem um nivel intermedio entre autarquias locais e administração central, como vez nesse enquadramento o papel do Minho na ligação à Galiza, dado que histórica e culturalmente há grandes afinidades entre as duas regiões, superior ao Porto.

>>um artigo de tiago santos sobre Marketing territorial da Grande Área Metropolitana do Porto que foi publicado no blog quinta cidade dizia referindo-se à região norte que “A grande Área Metropolitana do Porto é claramente a região mais marcante, contudo, a região Norte apresenta “um sistema urbano policêntrico com o Porto a mostrar dificuldades em manter a sua centralidade, partilhando-a com outras centralidades metropolitanas e regionais” (PROT-N). ”

11. Qual é o papel de Braga perante a regionalização? de alguns blogs que vou acompanhando fica a ideia de que reina a ideia “antes lisboa que o porto” mas ao mesmo tempo as proprias relações  braga-guimarães e Braga-viana do Castelo também aparentem pouca articulação.
relações independentes? para defender uma questao como a linha de caminho de ferro no Douro.

12. portocentrismo. ele existe? há forma de escapar dele? será que as acusações habituais não têm mais que ver com o facto de as instituições que temos estarem bastante ligadas a territorios geograficos concretos, ou seja, parece-me natural que a camara do porto faça todos os esforços para ter determinado serviço ou organismo no seu territorio, da mesma forma que me parece legitimo que braga faça o mesmo, nao faria muito sentido que fosse de forma diferente, será que a maior parte das questoes que surgem não são mais pelo facto de ainda não termos um organismo supra municipal?

13. um exemplo concreto que é indicado quando falamos nestas questoes do portocentrismo é o da regiao de turismo do porto e norte de portugal
vou-te ler uma passagem de um mail que enviaram sobe a marca turística “Minho”.
A criação de uma marca implica uma escala mínima, tanto em termos de capacidade financeira de promoção / notoriedade, como em termos de produto / oferta turística.
O Minho não tem, neste momento, essa escala. Na minha opinião, o Porto sozinho (que tem o dobro das dormidas do Minho, e várias vezes a notoriedade) também não, pelo menos em produto turístico, mas poderá atingi-la em 4-5 anos.
O que está aqui em causa não é uma lógica de drenagem, é uma lógica de parceria. Em vez de promover 2 destinos turísticos isoladamente, em que nenhum tem escala, promover um só, consolidado. Teremos assim:
– promoção mais eficaz (trazemos mais turistas). O Minho sozinho apenas tem capacidade para ser promover eficazmente em Espanha, e em particular na Galiza, países nos quais deverá manter a sua marca, em particular na Galiza. Com o Porto, consegue-se promover com eficácia no resto da Europa. O Porto, com o Minho, consegue ter escala para promoção eficaz em mais países europeus: alarga a sua capacidade de influência.
– escala de conteúdo. O Minho captará melhor os turistas que já vêm ao Porto. E o Minho será a razão para os turistas ficarem mais tempo e voltarem mais vezes ao Porto (e por conseguinte, ao próprio Minho).

Parecem-te argumentos válidos ou não? ou são argumentos válidos mas não confias que as pessoas que estão à frente do processo as queiram implementar?

Conversa com Catarina Martins – podcast

07/05/2009

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Nesta edição do podcast O Porto em Conversa falei com Catarina Martins da companhia de teatro (e não só) Visões Úteis.

A conversa foi naturalmente sobre cultura, desde a relação do público com a arte contemporânea à importância dos teatros municipais (e a questão portuense do Rivoli).
Falamos ainda de alguns projectos como o Coma Profundo (que está disponível em podcast para qualquer pessoa no site da companhia) e outros similares (“Errare, Parma; “Os ossos de que é feita a pedra“, Santiago de Compostela) que podem também servir de valência turística para a cidade.
E naturalmente os custos da cultura…

00:35 – visões úteis uma companhia criada no porto por pessoas (quase) todas fora do porto. “decidimos conscientemente que queriamos vir fazer teatro para o porto, achamos que isso tinha sentido, para nós tinha sentido a ideia de uma segunda cidade do país, um segundo centro”

02:15 – teatro contemporâneo feito como era feito à 50 anos atrás? “tudo muda e a forma como se chega à informação tem mudado muito nos ultimos anos, a forma mais dificil de o publico fruir teatro é na relação convencional, exige uma atenção e um tipo de conhecimento da convenção teatral que é muito complicada hoje em dia a muitas pessoas.”

04:00 “há muitas convenções em portugal sobre o que é acessível e o que não é acessível e que não corresponde [totalmente à realidade]” => falta de acessibilidade ou falta de meios para publicitar o que é feito?

04:52 “num centro urbano é muito mais dificil chegarmos às pessoas que não costumam usufruir da arte porque não temos os meios de promoção para lhes conseguir chegar”

05:00 audiowalks – “coma profundo”, foz porto; “errare,” parma; “ossos de que é feita a pedra”, santiago compostela

10:00 “porto oferece cada vez menos condições de trabalho para os artistas”. “não há condições de produção”

11:30 necessário espaços com relações com públicos

14:15 necessidade de um teatro municipal: “um teatro municipal é a ligação entre a população de uma cidade e a arte”

18:00 sobre o rivoli

18.40 ligação à comunidade

20:10 públicos: crianças <=> adultos. “tem de haver uma forma de por a crianças que estão integradas nestes programas [acções do serviços educativos de algumas instituições] a levar esta informação para casa”

21:00 custos económicos da cultura, financiamentos, …

22:00 de onde vem o dinheiro para a cultura… de todos nós. “[sendo financiados por uma fundação privada galega alguns poderiam dizer que não recebemos subsídios] isso é mentira, quem pagou o nosso trabalho foram os contribuintes galegos, os contribuintes europeus, …”

23:00 “normalmente todo o dinheiro que há para a arte… para a ciência… acaba por vir de dinheiros públicos”

23:50 “a pergunta não é de onde vem o dinheiro, o dinheiro vem dos impostos de nós todos, a pergunta é para onde vai o dinheiro que sai dos nossos impostos, se vai para onde deve ir.”

25:00 qualidade (técnica) dos espectáculos

26:00 “programas [de apoio] existem não para apoiar um produto mas para assegurar a pluralidade”

28:00 impacto da economia na cultura

29:00 “as pedras são sempre as mesmas o que se passa à volta das pedras é que vai mudando e vai chamando as pessoas mais do que uma vez, as industrias criativas desenvolvem-se ou não porque os próprios profissionais que trabalham nas industrias criativas mesmo que eles não sejam artistas ou não tenham vocação artistica alimentam a sua capacidade de ver as coisas de forma diferente pelo meio em que estão inseridos e pelo dinamismo criativo que esse meio possa ter ou não”.

31:00 apoio a primeiras obras

32:30 é possível haver cultura sem estado ou com menos estado?

33:30 rivoli outra vez

34:00 teatro municipal vs teatro em propriedade do municipio

35:30 investimentos nacionais e como se refletem na responsabilidade que os locais que os recebem adquirem

38:00 aposta nas grandes instituições culturais. “acho que as grandes instituições têm que acordar muito para a cidade e têm que perceber que a sua projecção internacional tem tão mais sentido quão mais profunda for a sua implantação local” (…)

39:00 “por outro lado as grandes instituições também tinham direito de o ser, sem mais nada, sem também que assumir o papel das médias que não existem”

40:00 projectar o teatro do porto no resto do país

41:00 “taxa que a câmara do porto cobra pelo transporte [de cenários de companhias do porto para outros locais] é duas vezes superior ao preço de mercado”

43:30 apoio à cultura ou apoio aos bairros… um exemplo concreto.

44:30 arte e turismo. objectos artisticos como valência turística.

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Conversa com Catarina Martins – guião

06/05/2009

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Desta vez não consegui publicar o guião a tempo. Outros projectos ocuparam-me algum tempo e tive que preparar tudo muito a correr.

apresentação do visões úteis

últimos 2 projectos:
:: Os ossos de que é feita a pedra – Santiago de Compostela, primeiro trimestre de 2009 Audiowalk
:: O Anzol de Gemma Rodríguez. – Vila real

>>joão fernandes dir museu serralves “cidade [porto] não oferece condições de trabalho para os artistas”
como comparas com as 2 ultimas experiencias de trabalho a nivel de infraestruturas e apoios?

infraestruturas de criação vs infraestruturas de publicação/promoção? ainda falta alguma coisa? há desadequação do que é construído (como é construído) em relação ao que é necessário?

para alem das infraestruturas é cada vez mais importante po-las a trabalhar em rede. como criar essa rede (já existe?) e pô-la a funcionar?

papel dos municipios na gestão dessa infraestrutura e/ou promoção da rede? (papel de uma freguesia?)

como enquadrar o papel de um  municipio que tenha tido investimento nacional? certamente que uma cidade que teve um apoio nacional especifico para criar / recuperar infraestruturas tem uma responsabilidade geografica diferente do municipio que criou essas infraestruturas recorrendo às transferencias normais estado / municipios

o que é então um teatro municipal?
-> teatro como montra das novidades ou clássicos?
-> teatro como espaço para companhias / peças conceituadas vs primeiras apresentações?
-> entretenimento vs aprendizagem

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uma discussão sempre presente é a do dinheiro, não necessariamente  subsidios mas saber como sustentar economicamente uma produção cultural.
pegando por exemplo nos vossos ultimos 2 projectos. como os conseguiram? “tem mesmo que haver uma ideia economicamente vendável” (Nuno Azevedo um dos administradores da fundação casa da musica)

qual o papel dos criadores ou estruturas que os englobam na estruturação desse tipo de proposta? há novas competências que essas estruturas precisam de ter de forma a conseguir manter uma actividade regular?

ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro,
“Os investidores são pessoas muito ágeis e práticas só investem naquilo que conhecem”. “o sector financeiro investe naquilo que conhece e tem resultados e não está disposto a investir no que não conhece e não compreende”. “a tarefa dos agentes culturais passa por qualificar os investidores, fazendo-os compreender que o negócio é credível e pode ser rentável”.

que indicadores há para medir o impacto da cultura? objectivos / subjectivos; directo / indirecto

estratégias de apoio do municipio? apoio a grandes instituições ou a pequenas? ideia parecida com o microcrédito?
mas como avaliamos o resultado económico desse investimento?

=> grandes instituições como facilitadores de contactos e redes

Conversa com Rodrigo Oliveira – podcast

12/04/2009

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O 4º programa foi sobre as freguesias, quais os órgãos de que são compostas, que competências têm, quais os meios que têm disponiveis e de que forma nós, como cidadãos, podemos ter uma participação nessa autarquia para além do simples voto de quatro em quatro anos.

Para falar sobre estes pontos contei com a participação de Rodrigo Oliveira, actual membro da Assembleia Municipal do Porto, ex- vereador e antigo Presidente da Junta de Freguesia de Campanhã entre 1989 e 2001.

Como habitualmente tentei seguir o guião que apresentei anteriormente. A seguir fica a indicação dos temas que foram abordados bem como a localização aproximada dos mesmos no podcast.

00.45 do voto até à junta
03.30 executivo ter pessoas de diferentes partidos
07.00 competências da assembleia de freguesia
08.30 anafre em discussão com o governo para obter como competências próprias as competências actualmente delegadas
10:30 presidente de junta de freguesia
11.45 delegação das juntas para as associações
17.45 competências próprias
22:00 competências delegadas – relação com as câmaras
26:00 publicidade da informação
28:00 oposições
30:00 papel dos partidos
32:00 presidente da junta na assembleia municipal
35:30 disponibilização de informação relevante na internet
40:00 necessidade de participação dos cidadãos
42:30 finanças das juntas de freguesias
45:00 regionalização
46:00 reorganização das freguesias
47:30 reorganização das freguesias do porto
49:45 movimentos de cidadania e partidos
51:00 criação de redes
55:00 visão das limitações das freguesias
57:00 competencia mais importante que um presidente de junta deve ter

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